Desculpe, o altar já tem dono
Desculpe, o altar já tem dono Há uma espécie de idolatria que não precisa de imagens. Ela pode vestir terno/vestido, carregar uma Bíblia, subir ao púlpito, cantar canções de adoração e até falar o nome de Jesus o tempo inteiro. É uma idolatria mais sofisticada. Não se ajoelha diante de uma estátua. Ajoelha-se diante do próprio reflexo. E talvez uma das formas mais perigosas de egocentrismo seja aquela que consegue se esconder dentro do ministério. Porque é possível começar servindo a Deus e, pouco a pouco, começar a servir ao próprio ego. É possível começar querendo glorificar Cristo e terminar querendo ser reconhecido. É possível começar com um chamado e terminar construindo uma plataforma. É possível subir ao altar para oferecer a vida e, sem perceber, começar a desejar que o altar nos ofereça aplausos. E é justamente aí que precisamos parar. Porque existe uma frase que o ministério precisa ouvir de tempos em tempos: “Desculpe, o altar já tem dono.” E o dono não s...